Mariana comprou um serviço de internet com uma operadora, que garantiu uma velocidade mínima de conexão. Após a contratação, Mariana constatou que a velocidade real da conexão estava significativamente abaixo do prometido. Ela entrou em contato com a operadora, que alegou que a velocidade pode variar devido a condições técnicas e não está garantida como a mínima prometida. Qual é o direito de Mariana e qual é a obrigação da operadora?
Maria comprou um eletrodoméstico em uma loja e, após seis meses de uso, o aparelho apresentou um defeito que comprometeu sua funcionalidade. Ao entrar em contato com a loja para solicitar a troca ou conserto, foi informada de que o prazo para garantia de reparo já havia expirado, mesmo que o defeito tenha surgido dentro do período de garantia legal. A loja ofereceu a Maria a opção de pagar pelo conserto, alegando que a garantia oferecida no momento da compra era apenas adicional. Qual é a interpretação correta da legislação em relação à garantia legal e adicional, e quais são os direitos de Maria?
Luana comprou um eletrodoméstico em uma loja e, ao receber o produto, constatou que a embalagem estava danificada e o item apresentava arranhões. A loja ofereceu a Luana um desconto no valor do produto, mas Luana preferiu solicitar a troca por um novo item. A loja alegou que a solicitação de troca não seria possível devido à embalagem danificada. Qual é o direito de Luana e o procedimento correto para ela?
Ana comprou um computador portátil de última geração de uma loja especializada. No momento da compra, a vendedora garantiu que o aparelho possuía um processador de alta performance e uma tela com resolução 4K. Após alguns meses de uso, Ana percebeu que o processador estava aquecendo excessivamente e a tela não apresentava a resolução prometida. Ela entrou em contato com a loja para solicitar uma troca ou devolução do produto, mas a loja alegou que as características do produto não estavam cobertas pela garantia e se negou a trocar o item. Diante dessa situação, quais são os direitos de Ana e qual é a abordagem correta para a reclamação?
A Prefeitura do Município Zeta publicou um decreto criando um programa de transferências voluntárias de recursos municipais para entidades privadas com o objetivo de fomentar projetos de turismo local. A publicação do decreto não especifica os critérios de seleção e os requisitos para a concessão dos recursos.
Diante desse cenário, com base na Constituição Federal de 1988 e nas normas de direito financeiro, assinale a alternativa correta:
A União está prestes a concluir um acordo com um país estrangeiro para receber um empréstimo internacional destinado ao financiamento de um grande projeto de infraestrutura. O acordo foi assinado pelo Ministro da Fazenda, mas o Congresso Nacional ainda não foi consultado formalmente.
Diante desse cenário, considerando as normas da Constituição Federal de 1988, assinale a alternativa correta:
A Lei Orçamentária Anual (LOA) do Estado Delta foi aprovada sem a previsão de um percentual mínimo de recursos para a saúde, contrariando o disposto na Constituição Federal. Durante a execução orçamentária, a inobservância dessa obrigação constitucional foi contestada judicialmente, e o Tribunal de Justiça determinou a imediata destinação dos recursos mínimos obrigatórios para a saúde.
O Estado Gamma decidiu utilizar recursos de um fundo especial destinado ao desenvolvimento de infraestrutura para realizar uma obra de reforma em um estádio de futebol municipal, não previsto originalmente no plano de aplicação do fundo. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) questiona a legalidade dessa aplicação de recursos e solicita esclarecimentos sobre a mudança no destino dos fundos.
O Município Omega aprovou uma lei municipal que cria um programa de incentivos fiscais para empresas que investirem em projetos culturais locais. A lei estabelece que o valor do incentivo pode ser utilizado pelas empresas para reduzir o montante do Imposto sobre Serviços (ISS) devido. O Tribunal de Contas do Município (TCM) questiona a validade da lei, argumentando que ela pode estar em desacordo com as normas de direito financeiro.
O Município Alfa, enfrentando uma grave crise financeira, decide emitir títulos da dívida pública para captar recursos destinados ao pagamento de salários atrasados dos servidores municipais. No entanto, a Câmara de Vereadores questiona a legalidade dessa medida, argumentando que a emissão de títulos da dívida pública somente seria permitida para financiar despesas de capital.