Maria, com 20 anos, foi forçada a praticar ato sexual com seu pastor, Francisco. Não foi possível realizar a períci,a pois a delegacia de plantão não possuía a estrutura necessária. Francisco foi interrogado no inquérito policial e tendo confessado o crime.
Em relação a essa situação hipotética, nos termos da Constituição Federal e legislação pátria, assinale a opção correta.
Lisa está sendo investigada pelo crime de instigação à prática de automutilação por meio da Internet e, ao ser ouvida como indiciada, recusou-se a falar.
Nessa situação hipotética,
Considerando os crimes praticados contra a mulher, para a instauração do inquérito policial pelo delegado, em regra, será necessária a manifestação da vítima nos crimes de
Francisco, reincidente específico, foi condenado em primeira instância pelo cometimento do crime de estelionato contra o INSS, a quatro anos e quatro meses de reclusão, em regime inicial fechado. O Ministério Público Federal recorreu da sentença para aumentar a pena, e a defesa de Francisco também apelou pedindo a sua absolvição ou a diminuição da pena.
No julgamento do recurso pelo TRF, composta de três membros, dois deles decidiram pela manutenção da pena, e, no mérito, o terceiro entendeu que a pena deveria ser diminuída para dois anos.
O acórdão foi lavrado com a decisão de manter a pena imposta pelo juiz de primeiro grau.
De acordo com a legislação pertinente e o entendimento dos tribunais superiores, contra o referido acórdão:
No curso de inquérito policial, a autoridade policial indiciou Napoleão pela prática do crime de homicídio qualificado, em que pese os elementos de informação colhidos demonstrassem de maneira clara que o investigado agiu em legítima defesa.
Visando combater tal decisão e buscar o “trancamento” do inquérito policial, o advogado de Napoleão poderá:
Em debate acontecido dentro da sala de aula sobre a "Proteção aos Direitos Humanos", Vilaça, Larissa, Raíssa e Luíza citaram suas conclusões sobre o estudado, porém existe erro no que foi citado em aula.
I. Villaça disse que os Direitos Internacionais de Proteção à pessoa humana vêm a resguardar o homem quando o Estado que o tutela falha ao fazê-lo.
II. Larissa disse que aprendeu que as regras de Direito Humanitário, constantes das Convenções de Genebra, por se constituírem em jus cogens são erga omnes.
III. Raíssa falou que o Tribunal Penal Internacional é jurisdição não recepcionada pela Constituição Brasileira conforme seu art. 5º, inciso XXXVIII, que não admite juízo ou tribunal de exceção.
IV. Luíza concluiu que quando o indivíduo tiver seus Direitos Humanos violados este pode recorrer diretamente a Corte Internacional que fará sua defesa.
Assinale a alternativa correta
Gustavo estudante revoltado com a escola que estudava saiu atirando e matando todos os seus “colegas” negros e assim foi acusado de genocídio e condenado à pena de morte conforme a Convenção Americana de Direitos Humanos
Muito se sabe sobre Tratados Internacionais de Direitos Humanos, porém na aula de Direito Constitucional Gustavo diante da supremacia Constituição ficou em dúvida sobre a incorporação e a força normativa dos tratados em que o Brasil faz adesão. Os Tratados Internacionais de Direitos Humanos após incorporados
Radasha ativista e estudante de direito, numa visita ao Presídio Cyridião Durval de Oliveira e Silva na cidade de Maceió constatou a ocorrência de violações aos direitos humanos em relação às pessoas privadas de sua liberdade e que se encontravam custodiadas. Radasha consultou sua professora advogada a respeito da possibilidade de formular uma representação à Corte Interamericana de Direitos Humanos, visando à cessação dessa ilicitude e à responsabilização dos envolvidos.
Fernanda, professora e advogada respondeu, corretamente, que
Natália e Fernanda, estudiosas do Direito Internacional e dos Direitos Humanos conversando sobre a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), diziam:
Natália afirmava que a DUDH consagrava exclusivamente o discurso liberal, não amparando a tese da existência e exigibilidade de direitos prestacionais perante o Estado. Fernanda, por sua vez, defendia que a DUDH também se harmonizava com o discurso social, necessário à construção da igualdade.